Qual é a verdade?
A que provamos
A que sentimos
Ou a que simplesmente vivemos?
Por acaso alguma delas deixa de ser verdade
Só porque não queremos
Não sentimos
Não vivemos?
Queremos a verdade
Mas fechamos os olhos quando ela está em nossa frente
Reinventamos a verdade com os olhos da mentira
E vivemos na mentira como verdade
A verdade do outro nunca é completa aos nossos olhos
Só quando a vivemos
Quando a sofremos
Vemos que viver a verdade dói e constrói
A minha verdade é absoluta
Até amanhã
Foi até ontem
E pode ser pra sempre
Verdade não se explica
Não se soma nem subtrai
Verdade está na pele, na alma
No coração de quem não se trai
Posso olhar a verdade e pensar na mentira
Posso ler a verdade e escrever uma mentira
Posso ouvir a verdade e falar mentira
Mas não posso sentir a verdade e viver plenamente na mentira!
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Saudade
Tem dia que bate uma saudade do que já vivemos,
Do que já amamos,
Do que fomos.
Saudade de um prato simples de comida,
Do cheiro da avó,
Do barulho do vento.
Uma vontade de pegar na mão,
De sentir o coração do outro,
Ver um sorriso conhecido.
Saudade de ouvir o silêncio das palavras,
Do barulho do silêncio,
De sentir.
Uma nostalgia do chopps com filosofia,
Do vinho sem pretensão,
De ser o que se é.
Saudade da esperança que se perdeu,
Do desprezo que rendeu,
De sonhar.
Vontade de estar com quem amamos de longe,
De amar o que está ao lado,
De ficar.
Saudade do que fui.
Saudade do que foi.
Saudade.
Do que já amamos,
Do que fomos.
Saudade de um prato simples de comida,
Do cheiro da avó,
Do barulho do vento.
Uma vontade de pegar na mão,
De sentir o coração do outro,
Ver um sorriso conhecido.
Saudade de ouvir o silêncio das palavras,
Do barulho do silêncio,
De sentir.
Uma nostalgia do chopps com filosofia,
Do vinho sem pretensão,
De ser o que se é.
Saudade da esperança que se perdeu,
Do desprezo que rendeu,
De sonhar.
Vontade de estar com quem amamos de longe,
De amar o que está ao lado,
De ficar.
Saudade do que fui.
Saudade do que foi.
Saudade.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sou mãe há oito anos!
Parece que foi ontem que o Gabriel nasceu... essa frase clichê é tão real quando falamos de filhos! Eles crescem, mudam, vão nos deixando aos poucos, mas a marca de quando viramos pais e mães, não desaparecem!
Há exatos oito anos nascia meu primeiro filho, Gabriel. Não fui uma mãe convencional, com os temores de mãe de primeira viagem. Tirei de letra, tive poucos sustos. Parte disso é porque sou assim mesmo, mas outra é porque não estava tão conectada com a maternidade. Acreditava que era parte da vida, só. Assim como era esposa, profissional, também tinha que ser mãe.
Que bom que me enganei, e mesmo que um pouco tarde, consegui viver (e vivo) a maternidade plena. Cheia de alegrias e tristezas. Esperança e decepção. Desafios e conquistas. Ânimo e cansaço (muito, rs).
Conviver com o Gabriel é fácil, desde bebê, dorme muito bem a noite, é amoroso, carinhoso, uma delícia de apertar. Nao dá quase trabalho.
Agora, ser mãe dele, nem sempre é fácil. Porque pra ser mãe e pai, precisamos nos olhar, ver nossas falhas, ouvir nossos filhos, aprender a pedir perdão, aceitar nossos limites e dos nossos filhos.
Pra ser mãe/pai é preciso estar disposto a aprender mais do que ensinar...
O Gabriel tem muita coisa minha. O físico e muito do emcional. Adoro ver essas coisas nele. Algumas coisas sofro porque "acho" que ele vai sofrer. Mas, é bom demais vê-lo crescer.
Hoje é o primeiro aniversário que ele passa longe de mim (o primeiro de muitos...). Acho que ele herdou as rodinhas do pé do tio dele, e está comemorando seu aniversário no Chile, em pleno Vale Nevado, presente dos meus pais.
Só posso te agradecer, filho amado, pelos 8 primeiros anos de convivência e muito aprendizado. Sei que erro muito, mas ainda acho que acerto mais... pelo menos posso ver refletido em você muitas coisas boas que eu sou!
Feliz aniversário para nós dois. Oito anos de vida para você. Oito anos de mãe para mim!
Te amo, do jeito que você é!!!
Há exatos oito anos nascia meu primeiro filho, Gabriel. Não fui uma mãe convencional, com os temores de mãe de primeira viagem. Tirei de letra, tive poucos sustos. Parte disso é porque sou assim mesmo, mas outra é porque não estava tão conectada com a maternidade. Acreditava que era parte da vida, só. Assim como era esposa, profissional, também tinha que ser mãe.
Que bom que me enganei, e mesmo que um pouco tarde, consegui viver (e vivo) a maternidade plena. Cheia de alegrias e tristezas. Esperança e decepção. Desafios e conquistas. Ânimo e cansaço (muito, rs).
Conviver com o Gabriel é fácil, desde bebê, dorme muito bem a noite, é amoroso, carinhoso, uma delícia de apertar. Nao dá quase trabalho.
Agora, ser mãe dele, nem sempre é fácil. Porque pra ser mãe e pai, precisamos nos olhar, ver nossas falhas, ouvir nossos filhos, aprender a pedir perdão, aceitar nossos limites e dos nossos filhos.
Pra ser mãe/pai é preciso estar disposto a aprender mais do que ensinar...
O Gabriel tem muita coisa minha. O físico e muito do emcional. Adoro ver essas coisas nele. Algumas coisas sofro porque "acho" que ele vai sofrer. Mas, é bom demais vê-lo crescer.
Hoje é o primeiro aniversário que ele passa longe de mim (o primeiro de muitos...). Acho que ele herdou as rodinhas do pé do tio dele, e está comemorando seu aniversário no Chile, em pleno Vale Nevado, presente dos meus pais.
Só posso te agradecer, filho amado, pelos 8 primeiros anos de convivência e muito aprendizado. Sei que erro muito, mas ainda acho que acerto mais... pelo menos posso ver refletido em você muitas coisas boas que eu sou!
Feliz aniversário para nós dois. Oito anos de vida para você. Oito anos de mãe para mim!
Te amo, do jeito que você é!!!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Aos mestres com carinho
Eu tive alguns professores muito importantes na minha vida e quero deixar uma pequena homenagem a eles. Com certeza, a maioria nunca lerá ou saberá desse texto, mas vale como incentivo para demonstrarmos valor enquanto estamos ao lado das pessoas importantes para nossa vida.
Morá Miriam - Estudava numa escola judaica em Santo André, e a Morá Miriam foi minha professora da primeira a quarta séries. Tenho certeza que a facilidade que tenho para interpretação de texto, escrita e desinibição para falar em público são frutos do seu trabalho. Ela ainda fazia aniversário no mesmo dia que eu! Gostaria de revê-la!
Professor William - Foi meu primeiro professor de natação. Minha mãe conta que fiquei chorando no colo dele na minha primeira aula e só no fim da aula coloquei o pé na piscina. Lembrar disso eu não lembro, era muito pequena, mas tenho fascinação por nadar, por coincidência, voltei a ter aulas de natação nessa semana...
O Professor William, alguns anos depois, tornou-se o levantador William, da seleção brasileira de volei, que conquistou medalha de prata nas Olimpíadas. Especial demais!
Professor Paulão, Fábio, Plínio e Arlete - Todos foram professores de educação física ou meus técnicos de volei. Amo esportes, em especial, volei, que joguei por muitos anos. Hoje, olhando pra tras, gostaria de ter tido coragem para seguir essa carreira, acho que tinha jeito! Todos foram muito amigos, especialmente, Arlete. Minha última professora de educação física no SENAI. Matei muitas aulas naquela quadra... Vivia naquela quadra, jogando ou confidenciando dores, amores, temores de adolescente! Saudades...
Manoel Bononato - Aquele professor que todos querem ter. As aulas, ninguém perdia. Brincalhão, conselheiro e anos mais tarde, meu padrinho de casamento. Inesquecível...
Sei que todos tiveram alguma importância, até os que eu odiava... rs. Mas esses citados, sem dúvida, deixaram marcar profundas!
Tive também professores que não eram de formação, mas que ao longo da vida tanto me ensinaram! Obrigada a todos!
Desejo um dia especial a todos e que essa pequena homenagem seja um incentivo e uma certeza de que a dedicação de vocês valeu a pena! Pelo menos pra minha vida...
Cassia Carrenho
Morá Miriam - Estudava numa escola judaica em Santo André, e a Morá Miriam foi minha professora da primeira a quarta séries. Tenho certeza que a facilidade que tenho para interpretação de texto, escrita e desinibição para falar em público são frutos do seu trabalho. Ela ainda fazia aniversário no mesmo dia que eu! Gostaria de revê-la!
Professor William - Foi meu primeiro professor de natação. Minha mãe conta que fiquei chorando no colo dele na minha primeira aula e só no fim da aula coloquei o pé na piscina. Lembrar disso eu não lembro, era muito pequena, mas tenho fascinação por nadar, por coincidência, voltei a ter aulas de natação nessa semana...
O Professor William, alguns anos depois, tornou-se o levantador William, da seleção brasileira de volei, que conquistou medalha de prata nas Olimpíadas. Especial demais!
Professor Paulão, Fábio, Plínio e Arlete - Todos foram professores de educação física ou meus técnicos de volei. Amo esportes, em especial, volei, que joguei por muitos anos. Hoje, olhando pra tras, gostaria de ter tido coragem para seguir essa carreira, acho que tinha jeito! Todos foram muito amigos, especialmente, Arlete. Minha última professora de educação física no SENAI. Matei muitas aulas naquela quadra... Vivia naquela quadra, jogando ou confidenciando dores, amores, temores de adolescente! Saudades...
Manoel Bononato - Aquele professor que todos querem ter. As aulas, ninguém perdia. Brincalhão, conselheiro e anos mais tarde, meu padrinho de casamento. Inesquecível...
Sei que todos tiveram alguma importância, até os que eu odiava... rs. Mas esses citados, sem dúvida, deixaram marcar profundas!
Tive também professores que não eram de formação, mas que ao longo da vida tanto me ensinaram! Obrigada a todos!
Desejo um dia especial a todos e que essa pequena homenagem seja um incentivo e uma certeza de que a dedicação de vocês valeu a pena! Pelo menos pra minha vida...
Cassia Carrenho
segunda-feira, 20 de julho de 2009
A mágica da amizade
Quando somos pequenos, não escolhemos os amigos. Simplesmente saímos por ai confiando nos rostinhos que encontramos no parque, na escola, na rua, na igreja e até mesmo na sala de espera do pediatra. Temos alguns amigos escolhidos, mas pelos nossos pais, que escolheram ser amigos dos pais dele.
Todos são nossos melhores amigos por cinco minutos. Até alguém dizer que não foi gol, não emprestar o boneco do batman ou o carro da barbie. Não sou mais seu amigo, até logo mais... depois tudo volta ao normal.
Vamos crescendo e daí começamos a escolher. Tem a turma do futebol, os do karatê, da natação, do inglês... Já não somos amigos de todo mundo, mas esperamos ansiosos que todos estejam no nosso aniversário de 9 anos.
Então chega uma idade esquisita. Nos juntamos em bandos esquisitos. Falamos a mesma língua esquisita. Xingamos nossos pais esquisitos. O bando é nosso melhor amigo, falamos tudo para todos, e é ali que nos sentimos seguros e amados. Mesmo que a gente nem pense nisso... A gente já não quer ser amigo de todo mundo, por sinal tem uns que queremos longe, mas no nosso bando queremos ser reconhecidos e sempre convidado para as baladas.
Viramos jovens, a vida começa a ficar mais séria. Nosso bando passa a ser um trio. Um trio muito unido pelas semelhanças e diferenças. Adoramos ver as conquistas dos outros, mas uma certa dor de cotovelo aparece quando sua amiga aparece com o namorado novo... aquele gato que você viu primeiro! O trabalho limita os encontros aos fins de semana, que algumas vezes vira mensal. Mesmo assim, sabemos e podemos contar com eles, como um casamento, na alegria e na tristeza.
Envelhecemos... sim, porque depois que ficamos jovens, só envelhecemos!!! Casamos, temos filhos, uma vida profissional. Começamos a chamar os amigos de colega, os melhores amigos viram velhos conhecidos e nossa grande alegria é encontrar todo mundo no orkut. Aprendemos a nos virar sozinhos, nossa família direta passa a ser nosso grande e único melhor amigo.
Morremos muitas vezes só. Ou, com poucos colegas ao nosso redor e nossa família, que sim, continua lá. Ao longo da vida deixamos de viver a mágica da amizade.
A amizade pode ser uma casa cheia de amigos aos domingos para um churrasco. Pode ser um almoço rápido no meio do dia. Ou uma visita de horas e muitas lágrimas e alegria. Pode ser um “te considero” no meio da bebedeira ou uma oração sincera no meio do caos. Amigo é ir e vir. Consolar e ser consolado. Amar e ser amado.
Tenho uma dezena de amigos e um trio de melhores amigos que enche minha vida de paixão. Que cada um de vocês sinta-se abraçado, beijado e amado por mim hoje, no dia do amigo, e sempre!
Cassia
Todos são nossos melhores amigos por cinco minutos. Até alguém dizer que não foi gol, não emprestar o boneco do batman ou o carro da barbie. Não sou mais seu amigo, até logo mais... depois tudo volta ao normal.
Vamos crescendo e daí começamos a escolher. Tem a turma do futebol, os do karatê, da natação, do inglês... Já não somos amigos de todo mundo, mas esperamos ansiosos que todos estejam no nosso aniversário de 9 anos.
Então chega uma idade esquisita. Nos juntamos em bandos esquisitos. Falamos a mesma língua esquisita. Xingamos nossos pais esquisitos. O bando é nosso melhor amigo, falamos tudo para todos, e é ali que nos sentimos seguros e amados. Mesmo que a gente nem pense nisso... A gente já não quer ser amigo de todo mundo, por sinal tem uns que queremos longe, mas no nosso bando queremos ser reconhecidos e sempre convidado para as baladas.
Viramos jovens, a vida começa a ficar mais séria. Nosso bando passa a ser um trio. Um trio muito unido pelas semelhanças e diferenças. Adoramos ver as conquistas dos outros, mas uma certa dor de cotovelo aparece quando sua amiga aparece com o namorado novo... aquele gato que você viu primeiro! O trabalho limita os encontros aos fins de semana, que algumas vezes vira mensal. Mesmo assim, sabemos e podemos contar com eles, como um casamento, na alegria e na tristeza.
Envelhecemos... sim, porque depois que ficamos jovens, só envelhecemos!!! Casamos, temos filhos, uma vida profissional. Começamos a chamar os amigos de colega, os melhores amigos viram velhos conhecidos e nossa grande alegria é encontrar todo mundo no orkut. Aprendemos a nos virar sozinhos, nossa família direta passa a ser nosso grande e único melhor amigo.
Morremos muitas vezes só. Ou, com poucos colegas ao nosso redor e nossa família, que sim, continua lá. Ao longo da vida deixamos de viver a mágica da amizade.
A amizade pode ser uma casa cheia de amigos aos domingos para um churrasco. Pode ser um almoço rápido no meio do dia. Ou uma visita de horas e muitas lágrimas e alegria. Pode ser um “te considero” no meio da bebedeira ou uma oração sincera no meio do caos. Amigo é ir e vir. Consolar e ser consolado. Amar e ser amado.
Tenho uma dezena de amigos e um trio de melhores amigos que enche minha vida de paixão. Que cada um de vocês sinta-se abraçado, beijado e amado por mim hoje, no dia do amigo, e sempre!
Cassia
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Primeira DikaBoa do DikaBoa
Acabei de ler o livro Laowai (Estrangeiro em chinês) escrito pela repórter Sônia Bridi, da editora Letras Brasileiras. O livro é delicioso! Já li alguns livros sobre a China, a maioria conta sua História, principalmente sobre a Revolução Cultural, as crueldades de Mao Tse Tung e algumas histórias comoventes dos sobreviventes desse período.
O grande diferencial é que Laowai conta isso como se estivéssemos recebendo esses personagens nas nossas salas para um chá (lógico!). Um livro leve, com muito humor, onde podemos colar nosso retrato 3x4 no corpo da repórter, por que temos a certeza que tudo aconteceria conosco se estivéssemos em seu lugar.
O único problema é que nos dá uma vontade enorme de degustar as delícias gastronômicas que quase sentimos o cheiro, de ver as paisagens descritas e de abraçar (acho que os chineses não iam gostar disso...) cada chinês citado no livro!
Quem sabe um dia não vivo a minha experiência de Laowai na China!
Enquanto isso, vai a dikaboa de um ótimo livro.
Ah, meu obrigada especial ao Tropeço e Kelly que me presentearam com o livro!
Abraços e boa leitura
O grande diferencial é que Laowai conta isso como se estivéssemos recebendo esses personagens nas nossas salas para um chá (lógico!). Um livro leve, com muito humor, onde podemos colar nosso retrato 3x4 no corpo da repórter, por que temos a certeza que tudo aconteceria conosco se estivéssemos em seu lugar.
O único problema é que nos dá uma vontade enorme de degustar as delícias gastronômicas que quase sentimos o cheiro, de ver as paisagens descritas e de abraçar (acho que os chineses não iam gostar disso...) cada chinês citado no livro!
Quem sabe um dia não vivo a minha experiência de Laowai na China!
Enquanto isso, vai a dikaboa de um ótimo livro.
Ah, meu obrigada especial ao Tropeço e Kelly que me presentearam com o livro!
Abraços e boa leitura
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Minhas razões para ser mãe!
Razão 1: Gabriel
O Gabriel me ensina todos os dias a me olhar e assim mudar o que quero. É no Gabriel que encontro muito de mim e do que vivi. Com ele choro as tristezas e as vitórias. Me ensina que o coração vale muito... Obrigada pela paz que tenho com você!
Razão 2: Paolo
Ah, esse me ensina a brigar, a lutar, até a esperniar! Também me ensina que carinho é bom! Ser mãe dele é muito desafiador, me leva as extremidades... Do doce ao azedo! Obrigada pela adrenalina!
Razão 3: Rafael
Me ensinou o que é ser mãe por prazer, por vontade, não como uma seqüência lógica da vida. Não sabia que minha paciência era tão pequena até ele chegar, nem imaginava que um ser tão pequeno já soubesse se impor tanto. Acho que será o que mais passará ileso dos traumas da mãe!
Obrigada por me ensinar que não preciso controlar tanto!
Razão 4: Esther, minha mãe
Tenho muito da minha mãe. E o exemplo dela como mãe me ensinou, e hoje ensina mais eu ser uma mãe. Mãe de verdade, que chora, se frusta e tem vontade de fazer suquinho de filho. Mãe que chora com as conquistas dos filhos, que deixa planos de lado pelos filhos, que se culpa sem motivo nenhum. Mãe que é mulher. Tem desejo, prazer, é corpo, mente e coração. Mãe que é gente. Que erra tentando acertar e acerta achando que está fazendo errado...
Minha mãe ama ser mãe. Eu também amo ser mãe, e amo muito ser sua filha...
A todas as minhas razões diretas e indiretas (amigos, terapia, marido, pai...)
AMO VOCÊS!
O Gabriel me ensina todos os dias a me olhar e assim mudar o que quero. É no Gabriel que encontro muito de mim e do que vivi. Com ele choro as tristezas e as vitórias. Me ensina que o coração vale muito... Obrigada pela paz que tenho com você!
Razão 2: Paolo
Ah, esse me ensina a brigar, a lutar, até a esperniar! Também me ensina que carinho é bom! Ser mãe dele é muito desafiador, me leva as extremidades... Do doce ao azedo! Obrigada pela adrenalina!
Razão 3: Rafael
Me ensinou o que é ser mãe por prazer, por vontade, não como uma seqüência lógica da vida. Não sabia que minha paciência era tão pequena até ele chegar, nem imaginava que um ser tão pequeno já soubesse se impor tanto. Acho que será o que mais passará ileso dos traumas da mãe!
Obrigada por me ensinar que não preciso controlar tanto!
Razão 4: Esther, minha mãe
Tenho muito da minha mãe. E o exemplo dela como mãe me ensinou, e hoje ensina mais eu ser uma mãe. Mãe de verdade, que chora, se frusta e tem vontade de fazer suquinho de filho. Mãe que chora com as conquistas dos filhos, que deixa planos de lado pelos filhos, que se culpa sem motivo nenhum. Mãe que é mulher. Tem desejo, prazer, é corpo, mente e coração. Mãe que é gente. Que erra tentando acertar e acerta achando que está fazendo errado...
Minha mãe ama ser mãe. Eu também amo ser mãe, e amo muito ser sua filha...
A todas as minhas razões diretas e indiretas (amigos, terapia, marido, pai...)
AMO VOCÊS!
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